MERCADO DE TRABALHO

Desemprego cai em Alagoas, mas renda média recua no 2º trimestre de 2026

Taxa de desocupação passou de 9,2% para 7,9% entre janeiro e junho
Assessoria
Taxa de desocupação caiu em Alagoas no segundo trimestre de 2026
Taxa de desocupação caiu em Alagoas no segundo trimestre de 2026

Alagoas registrou queda na taxa de desocupação no segundo trimestre de 2026, mas o rendimento médio dos trabalhadores apresentou uma pequena redução no período. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa de desocupação no estado passou de 9,2% no primeiro trimestre para 7,9% no segundo trimestre de 2026. A redução foi de 1,3 ponto percentual em relação aos três primeiros meses do ano.

O resultado significa que, no período analisado, uma parcela menor da população alagoana com 14 anos ou mais estava desocupada e procurando trabalho.


Apesar da melhora no indicador de desemprego, o rendimento médio mensal real dos trabalhadores caiu levemente. Segundo os dados do IBGE, o valor passou de R$ 2.595 no primeiro trimestre para R$ 2.578 no segundo trimestre.

A redução foi de R$ 17, o equivalente a 0,7%. O próprio levantamento aponta uma variação de -0,7% no rendimento médio de Alagoas em relação ao trimestre anterior.

Desemprego fica abaixo de 8%


Com a queda registrada no segundo trimestre, Alagoas terminou o período com uma taxa de desocupação de 7,9%. No primeiro trimestre, o índice era de 9,2%.

Na comparação com a taxa nacional, o estado ainda apresentou um percentual maior de pessoas desocupadas. No Brasil, o indicador passou de 6,1% para 5,4% no mesmo intervalo.

Em Maceió, a taxa de desocupação também recuou, de 7,7% no primeiro trimestre para 7,3% no segundo, uma redução de 0,3 ponto percentual.

Enquanto o desemprego apresentou uma redução mais expressiva, o rendimento médio dos trabalhadores alagoanos teve uma variação negativa no trimestre.

O valor registrado no segundo trimestre foi de R$ 2.578, contra R$ 2.595 nos três primeiros meses de 2026. A diferença representa uma queda nominal de R$ 17 no rendimento médio real.

No Brasil, o movimento também foi de redução: o rendimento médio passou de R$ 3.795 para R$ 3.738 no período, uma queda de 1,5%.

Em Maceió, o rendimento médio caiu de R$ 3.369 para R$ 3.276, redução de 2,8%.

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